terça-feira, 23 de dezembro de 2008
sábado, 13 de dezembro de 2008
''Mas você se magoa assim..
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Nossa.
domingo, 23 de novembro de 2008
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
terça-feira, 18 de novembro de 2008
"E não é fácil assim...não pra mim!"
domingo, 9 de novembro de 2008
O futuro é o presente, e o presente já passou.
Um ano se passou. E o tempo foi cruel. O tempo não me deixou curtir as amizades que fiz. Mas sabe, não vai acontecer de novo.
Independentemente de que cada um esteja em algum lugar, estamos juntos de algum jeito. Não é aquela mesma história. Eu não sou a mesma de dois ou mesmo um ano atrás. A fraternidade que eu construí me mudou e fico feliz por isso, fico mesmo. Talvez aquele sofrimento, se é que foi isso, que passei ano passado ao ver os meus amigos indo embora não vai se repetir; não dessa vez :)
Porque dessa vez, eu me tenho em outras pessoas. Eu não conheço pessoas que tenham algo em comum comigo; conheço seres humanos que por convivência e amizade real, tem um pedaço de mim neles e eu tenho um pouco deles em mim.
Por mais pessoas que conheça, e sei que vou conhecer, e por mais que faça alguns novos amigos, e provavelmente farei, não quero perder esses meus pedaços.
Não vou temer conhecer novas pessoas , porque afinal , a vida em si é um ciclo e por mais diferente que sejamos dos outros, uma coisa é comum a todos: temos que nos ajustar ao que está a nossa volta.
Resumindo, mesmo que tenha terminado ano passado com o pé esquerdo e ter mantido esse pé no começo desse ano, novos tempos me esperam e o antes vai se conciliar com o agora. É assim.
Espero então, que sejamos eternos , e se isso não der certo, que sejamos especiais uns aos outros até quando for possível!
sábado, 18 de outubro de 2008
sábado, 11 de outubro de 2008
diário;
Mas eis que hoje, de tanto mascar, o meu silêncio perdeu o gosto e eu resolvi despir as calças apertadas, parir uma luz, celebrar meus amigos, vingar meu cabelo, dançar num céu roxo (e assistir), presidir o futuro, compor meu próprio chão, aconselhar os livros, arquitetar as ondas, paquerar o rei, pavimentar o repouso, trabalhar as idéias, tragar o ar, saborear paixões, transar os sorrisos, cutucar as formigas, convencer os caminhões, sonegar as fofocas, cagar para os telefonemas, comer um suspiro com leite, pisar no sofá com meus sapatos, convidar as músicas, cozinhar tudo isso e depois fugir.
domingo, 5 de outubro de 2008
BFF (L) Nem sei por onde começar.. Bom, essa semana foi bem legaal. Brigamos sexta, mas tudo bem porque isso sempre acontece por volta de segunda então a gente adiantou as coisas um pouquinho. Mentira, odeio brigar com você, e você sabe. Por mais que tudo esteja rodando, rodando, rodando, chegando em lugar nenhum, você sempre tenta assim como eu, entender. Pode ser que você não consiga, mas você tenta. A única que realmente tenta e me apoia quando necessário. Por isso que a gente briga tanto, tudo fica tão confuso, a gente não sabe mais o que pensar. Mas lógico que isso é momentânio e eu não vejo a hora disso acabar. Da gente ter nosso lugarzinho garantido na Fecap, juntas na mesma sala, do mesmo lado. Da gente realmente achar um lugar, juntas, no mundo. Só o que eu quero. Nada além da nossa amizade e minha cabeça no lugar. Você bem sabe disso. Eu te amo muuuuuuito, nada supera nossa amizade, NADA é maior que nossa amizade, NADA vai substituir nossa amizade de 9 anos, NADA vai quebrar o nosso laço de irmandade. Nada nem ninguém, isso não é algo que eu prometo, não, eu preciso de você comigo, mais que ninguém. Tudo que eu conquistei, tudo que eu fiz foi com ou por você. Eu não prometo, eu preciso. Promessa são apenas palavras. Eu preciso de você, você precisa de mim, e é isso. Te amo muito³, best.
sábado, 4 de outubro de 2008
e a cada novo ano acrescentamos um ano a nossa existencia isso é inevitavél. então façamos valer a pena cada ano.
Te conheço a nove anos e a cinco você foi promovida para o cargo de melhor amiga.
sobre o seu desconhecimento da minha razão;

Já não pertencia a esse mundo. Se sentia triste muitas vezes , pensando no abandono de uma época que lhe fez tão bem. Sem contar nas vezes que tentou recuperá-la, quando as tentativas eram tão momentâneas como o som de um oi. Demorou um tempo para perceber que não era o mundo que conhecia que mudou, foi ela mesma. Mais uma vez, ela mudou e só percebeu as consequências o mais tardar possível. E ela pensava 'Mas como é ruim essa transição toda que eu tenho que passar'. Ela sempre soube que nos momentos mais difíceis para ela , eram os momentos em que mais conseguia refletir e extrair alguma lição para si dessas reflexões. Como um flash, uma teoria surgiu do nada , em seu quarto escuro: como das duas outras vezes que percebeu essa mudança ela estava superestimando essa angústia de mudar , esse sentimento de culpa por não ter corrido atrás. Não é preciso levar em conta os pensamentos ruins quando alguma coisa na nossa vida muda; a gente leva porque não tem maturidade o bastante para perceber que não vale a pena. E não vale, não vale.. Tentou dormir, se sentindo um pouco mais leve . Adormeceu.. um sono profundo que trouxe sonhos em preto e branco. Nenhum teve muito nexo mas tinham uma coisa em comum: uma trilha de terra toda danificada que chegava à uma única coisa colorida: uma luz verde , que não chegou a cegar, mas que não era possível se ver além dela. Acordou procurando o além-da-luz-verde , mas achou apenas seu caderno de desenho, onde na verdade escrevia. Meu Deus, quanto tempo quenão via aquilo.. Escreveu nesse caderno quando tinha 13 anos e sua primeira transição revoltada de adolescente aconteceu, ao 'perder' muitos amigos e teve que começar tudo de novo. Enquanto lia percebia que nada mudou , ainda era aquela garota traumatizada pelo pseudo-abandono dos amigos que não conseguia seguir em frente, queria o passado pra sempre , não queria pensar na possibilidade de que na vida, tudo é passageiro e poucas coisas duram para sempre realmente. Como Badauí cantou uma vez 'São coisas que somente o tempo irá curar..e se for, tudo vai passar.'
Dessa vez ia ser diferente. Não ia ficar remoendo o passado e fugir do futuro. Não ia seguir tamanho clichê. Se levantou da cama e jogou aquele caderno de desenhos no armário em um lugar qualquer. Colocou sua roupa preferida que, olha que triste, não usava a algum tempo. Nem quis tomar café e saiu de casa, sentindo o mundo do presente , que era ignorado e engolido pelo passado; e seguiu , pelo seu trilho danificado para a luz verde que era o seu futuro; e que agora dava para ver mais além e sem fantasmas passados.
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Entrelinhas.
Mas o que é isso? Eu estou sendo completamente indelicada com as palavras. Quer dizer, estou cometendo um dos maiores erros da gramática: a descordância. Mas é algo bem no meu interior, que não posso controlar. Minhas mãos digitam sem eu ter tempo para pensar duas vezes.
Qual a razão para eu estar fazendo um texto desses? Eu simplesmente não quero terminá-lo. Começo a temer pelo fim dessa incoerência toda, talvez porque aos poucos eu esteja percebendo o motivo desse não texto.
Talvez porque agora eu tenha encontrado a peça que faltava nesse quebra cabeça todo. É que tudo o que eu escrevo, faço, penso e relembro me encaminham para você. No fundo da minha mente, meu coração insiste em bater nessa tecla. Sim, você é o fim do meu texto. Foi e sempre será assim. Mesmo que eu tente fugir do assunto, mesmo que eu não tenha um tema determinado,
Meu pronome oculto sempre será você.
P.S. I love you

Vi o filme P.S. I love you de novo hoje, dessa vez chorei menos, já que da outra vez eu chorava vendo a mulher cantando Get Off do Prince.... Porém, o que fez eu comentar foi o começo do filme, e como nós mulheres realmente somos “burras”. Ok, sei que as feministas mais invocadas vão querer o meu pescoço, mas azar.
No filme a Holly (Hilary Swank) briga com o seu marido por besteiras do tipo: “Você disse para minha mãe que eu não quero ter filhos ainda. PRA MINHA MÃE!” algo que realmente não vale um minuto de discussão. E depois de muitas brigas e discussões bestas ele morre. Realmente é um pouco triste, mas o que eu me pergunto é: Pra que se estressa com essas coisas? Oras, discussões bestas não levam a lugar algum, só causam cabelos brancos antes do tempo, certo?
